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Entrevista com Dario Nero

  • 28 de fev. de 2017
  • 5 min de leitura

Olá Infiniteiros e infiniteiras!!! Como vocês estão?

Nãooo nós não abandonamos vocês é só o que o tempo ta curto de mais e não estamos conseguindo conciliar com o blog, a pagina, as historias que estão sendo escritas e ler todas as que temos que ler esse mês ta acabando e como eu não quero começar o proximo mês devendo nada pra vocês, hoje dia 28 de fevereiro estarei postando a entrevista que enrolei tanto e como prometido na página o que rolou no oscar.

Hádalla: Oi Dario, como você está? De um Oi pras infiniteras e infiniteiros do blog.

Dario Nero: Olá, pessoas :) Boa noite

H: Vamos começar a entrevista admito que estou muito feliz com essa entrevista, porque a sua historia é de tirar o folego.. Eu vou começar com as perguntas e no final vamos fazer uma brincadeira, tudo bem?

D. N.: Tudo ok

H: Quando você começou a escrever? E o que te levou a escrita?

D. N.: Caramba, acho que escrevo desde que eu me alfabetizei, mesmo. Eu fazia desenhos e escrevia algumas histórias infantis, e fui escrevendo com o passar dos anos. Às vezes, ficava anos sem escrever, mas sempre voltava para a literatura. Lembro que antes mesmo de eu me alfabetizar, eu ficava olhando as revistinhas da Turma da Mônica e pensando uma história da minha cabeça, mesmo sem saber o que os balões diziam. Então, a vontade de contar histórias é muito antiga.

H: Eu entendo bem como é isso. Avontade de escrever parece que vem de berço. Você desenha também?

D. N.: Sim, eu curto desenhar, apesar de desenhar pouquíssimo e não aprimorar a minha técnica.

H: Como surgiu a Pilar na sua vida?

D. N.: Olha, lembro que em 2009 tivemos um carnaval bem chuvoso, quase uma semana de muita chuva. Tanto que os que se atreveram a sair de casa ficaram com água na altura dos joelhos. Então, fiquei preso em casa, sem ter muito o que fazer. Foi quando me lembrei de uma notícia de uma garota no sudeste que se fazia passar por rica, entrava na vida das famílias de posse para roubar joias e dinheiro. Ela acabou sendo presa. Achei que uma personagem assim seria algo bem interessante. Então, Pilar nasceu no meio de uma tempestade. Demore anos com esse livro na gaveta, até que conheci o Wattpad e achei uma boa oportunidade de publicar essa história. Reescrevi praticamente tudo, deixando apenas o início e o final intactos.

H: Caramba! Eu não esperava por essa. Cobiça é uma das minhas histórias favoritas e saber disso é como um tesouro.

O wattpad sempre entrando nas nossas vidas. Como foi escrever a história toda?

D. N.: Foi uma delícia. Escrever de verdade demanda técnica e muito esforço. Só que Cobiça eu escrevia extremamente rápido, o texto apenas fluía. Não é apenas vocês leitores que se apaixonaram por Pilar, eu também me apaixonei. E, quando eu ia reler a história para revisar, caia várias vezes na gargalhada, sem ter lembrado das coisas que ela falava e pensava. Achei o humor algo importante para uma história com um pano de fundo tão pesado.

H: Então você também é apaixonado por Pilar?

D. N.: Claro! Aliás, sou apaixonado por toda a história dela. Quando a gente se apaixona de verdade pela história que escrevemos, o leitor percebe isso. Há muito mas cuidado, os personagens têm mais verdade, mais vida.

H: Eu entendo bem, eu mesmo sou apaixonada em uma das minhas obras do que a outra. E acho que osso fez ela toda ser verdade

D. N.: Sim. Eu só continuo a história enquanto estiver envolvido com ela

H: Acho que isso ja responde a outra pergunta kkk Quando você escrevia, você entrava no personagem?

D. N.:Sim. Eu enxergo o trabalho de autor muito parecido com o trabalho do ator. Você tem que entrar no personagem, sentir o que ele está sentindo, pensar no porquê das ações dele. Ouvindo a voz real desse personagem, posso fazer com que o discurso dele seja autêntico, que pareça uma pessoa de verdade falando. Isso é especialmente importante porque evita que todos os personagens tenham a mesma voz, o que seria um erro terrível para uma obra

H: Mas se formos analisar realmente somos atores, apesar de não nos apresentarmos no palco diante as pessoas. É quase um dever termos essas duas profissões.

D. N.: Acho mais, somos atores, roteiristas, diretores... eh um espetáculo de uma pessoa só

H: Exatamente! Atualmente você está escrevendo Parente Serpente, uma outra trama de Mistério e Suspense. Como você decidiu que esse seria seu outro livro? E o que eu devo esperar dele porque eu ainda não o li e estou muito ansiosa.

D. N.: Essa história foi uma mistura de outras várias histórias que eu vi. Atualmente, não assisto mais TV, mas sabe aqueles programas policiais regionais? Contam histórias absurdas, das mais escabrosas, tudo passado muitas vezes dentro de casas comuns do subúrbio. Daí, comecei a pensar neste cenário. Uma casa simples, onde ocorre um fato de violência doméstica. Foi só colocar uns personagens nesse cenário que a história nasceu. Dessa vez, queria fazer um suspense mais real, mais próximo da maioria de qualquer leitor desse país.

H: Estou vendo que vai ser incrível e que eu irei amar. Pretende escrever outros livros que continuem nessa categoria ou em outras também?

D. N.: Pretendo explorar outras categorias, sim. Não sou só de suspense não. Já tenho projetos na área de fantasia e pretendo antes fazer um romance, que é pra relaxar.

H: Isso é maravilhoso. Cobiça teve 68,3k de leituras, você esperava isso?

D. N.: Não exatamente eu esperava, mas eu torcia por isso. Quero ainda mais sucesso, que mais pessoas leiam, porque no fundo isso é o que todo artista quer. Que cada vez mais pessoas conheçam e curtam o seu trabalho.

H: Verdade! Você pretende publicar seus livros com alguma editora?

D. N.:Sim, desejo muito. Apesar da boa receptividade no Wattpad, o livro eletrônico tem uma porcentagem baixíssima no total de leitores. No Brasil, a imensa maioria prefere livros físicos. Quero muito sim publicar por uma editora de bom alcance e distribuição, porém esse mercado é muito restrito e feroz, muita gente boa mesmo fica de fora. Enquanto não chego lá, vou escrevendo e fazendo o meu melhor.

H: Agora vamos a brincadeira!!!

O que você faria se ganhasse na loteria?

1- Divide tudo com todo mundo. 2- Viaja pelo mundo todo. 3- Leva a vida normalmente como se nada tivesse acontecido.

D. N.: 2- Viaja pelo mundo todo.

H: Você acha que seria possível voltar no tempo?

D. N.: Não. Sou muito cético e científico, e sei que não dá pra viajar no passado

H: Qual é o tamanho da sua fome?

1- Uma fatia de pizza. 2- Duas fatias de pizza. 3- Três fatias de pizza. 4- Manda mais que eu como!

D. N.: 1 - Sou chatinho pra come. Se pudesse, viveria de luz

H: Quem você levaria para uma ilha deserta?

1- Clarice Lispector 2- Stephen King 3- Shakespeare 4- Paulo Coelho 5- Biblioteca

D. N.: 5 - Biblioteca. Gente, escritor de perto é tudo chato.

H: Kkkkk mas você poderia tirar dúvida com alguns deles

D. N.: Nhém, aprendo mais estudando a técnica deles nos livros

H: Ta certo!

Se pudesse viver um clássico do cinema qual seria?

D. N.: Clube dos 5, uma história marcante sobre tirar as próprias máscaras e encarar quem você é de verdade na adolescência.

H: Dario muito obrigada por ter aceitado a dar essa entrevista. Da um tchau pras infiniteiras e infiniteiros do blog.

D. N.: Eu que agradeço, Hádalla. E obrigado a todos os infiniteiros e infiniteiras. Abraços e até mais.

Gente essa foi mais uma entrevista, agora as próximas entrevistas queremos que vocês escolham! Até logo Beijinhos <3


 
 
 

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